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Mostrando postagens de dezembro, 2023

Os devaneios: na luxúria, na esbórnia em Copabacana mon Amour... uma materialização de “a peste” artoudiana?

    Os devaneios: na luxúria, na esbórnia em Copabacana mon Amour ... uma materialização de “a peste” artoudiana?   Será que a construção dramatúrgica do filme Copacabana mon Amour [1] dialoga com a demanda instigante do escritor Antonin Artoud [2] quando ele compara a ação teatral pulsante com “a peste”? Se sim ou se não, e se se pode compará-la ou vê-la sob tal ótica, possa que no contexto do referido filme, “a peste” artoudiana enquanto uma manifestação orgânica-espiritual está tão letal, tão mortal que a exposição de um único caso um único exemplar desta “enfermidade” possa ser considerado como uma EPIDEMIA. E para tanto a atuação vertiginal (vertiginosa) da protagonista, pois, se assume como uma voz da (na) multidão no paralelo das experiências de autoritarismo tanto do Regime Militar, enquanto uma ação política para um cumprimento de uma dada ordem, abordagem citadina, quanto daquelas (experiências de autoritarismo) praticadas em regimes domésticos domicil...

Cócegas no Juízo!

 Esta expressão fui usada para qualificar a dramaturgia praticada na ação comediante: CÓCEGAS NO JUÍZO . Há no filme de Fernando Meireles, - Domesticas, o filme, uma cena em que uma das protagonistas comenta que seu pai, ao vê-la sair para o mundo recomenda-lhe ; Juízo, Juízo, Juízo , literalmente assim, repetido por três vezes. E claro, muito de nós já pode haver escutando de familiares maiores, muitas  e muitas vezes esta expressão em particular quando da puberdade no entremeio de iniciar a adolescência.  Por certo ao se escutar tal chamado para a responsabilidade um de nós quando de haver ter sido alertado para praticar o juízo, sempre e tanto o clima se assume como que intuindo: -  não vá se meter em encrenca..., não quero saber de defender você de alguma B.O... E.T; Ainda por concluir a postagem, ficará em aberto a apuração do uso da expressão : cócegas no juízo .