A Neófita Ruim de Conversa numa Problemática de Pretexto
A Neófita Ruim de Conversa numa Problemática de Pretexto A protagonista, uma aluna do curso de roteirização, aspira produzir roteiros cinematográficos que contemple uma abordagem “hibrida”, ou seja, tematizando o “real” ou um “acontecimento social”, um fato, sob uma perspectiva ficcional; ficcional entendida desde sua condição neófita [1] como sendo uma pratica etnográfica, esta, como um sinônimo de, - imagético. É dizer: mostrar o desenrolar cênico, dramático, do suposto acontecimento, do fato real. De imediato ela reconhece a necessidade da construção de diálogos, para dar sentido a tal perspectiva. Nisto, percebe prontamente sua limitação, mesmo, sua total falta de pratica, de experiência literária na pratica de diálogo; e, nesta sua primeira incursão, a partir de uma exigência letiva professoral, ela se vê completamente atordoada, imaginando que não logrará consegui-lo. No movimento de angustia, do nada, ela esboça mentalmente um dialogo intitulando-o: Monologizand...