O descarte do lixo doméstico e a coleta governamental em cidades baianas
O descarte do lixo doméstico e a coleta governamental em cidades baianas
A frequência de rastos de lixo doméstico pelas ruas; de bolsões de lixo não coletados aqui e ali, proporcionando mau odor, e, contando com a presença frequente de animais domésticos – gatos, cachorros, urubus, - os vasculhando para alimentar-se, não acontece somente na cidade de Vera Cruz. Cidades baianas como: Cabrália, Cruz das Almas, Canavieiras, Cachoeira, Santo Antônio de Jesus, a presença dessa cartografia é uma normalidade citadina. A coleta governamental é realizada em três dias da semana, independentemente da demanda doméstica. A mídia radialista, veicula a responsabilidade da “população” que não respeita os dias e os horários e locais da coleta governamental. As famílias de bairros populares, em particular, reclamam da desconsideração com o volume de lixo doméstico descartado diariamente, e com o descaso e a baixa qualidade dessa coleta. Não há coleta de “lixo seletivo” – não perecíveis. O “lixo” doméstico, - sua coleta governamental é uma só… E, “separar para quê?” dizem pessoas moradoras. Os ambientalistas, por sua vez, apelam para a proibição do fornecimento de embalagens plásticas em supermercados, e pontos comerciais. Embalagens essas, que são usadas pelas famílias para embalagem do “lixo” doméstico. Urge, a necessidade da humanização no descarte e na coleta do “lixo”, no efetivo de uma relação dialógica – uma conversa frequente e horizontalizada, longe do caráter da judicialização, que favoreça o bem-estar para garantir uma mobilidade saudável e prazerosa em cidades baianas.
Fontes inicias:
1. Espaços Públicos e as Cartografias da Indiferença
https://canva.link/0t66dxtm7c7qi0i
2. Catadora de Latinha de alumínio em ruas de Salvador
https://canva.link/0igtn6ih0vvuemy
3. O “lixo” nas ruas da cidade de Cabrália (distrito de Coroa Vermelha)
https://youtube.com/shorts/Zw8_uLyVz2M?si=nUUn7yF4vKA6rbg7
4. Escutas de representantes governamentais em redes de rádios na Bahia.
5. Conversas com pessoas da vizinhança
6. Observação do descarte doméstico e da coleta governamental nas referidas cidades
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