ÂNGELA CARNE E OSSO – o filme, eu o assisti no cinema lá pelos anos de 1980, salvo equívoco, logo nos primeiros anos desta década. Isto de enfatizar dizer: - no cinema, positiviza o ato do buscar o entretenimento fílmico como leitura de si mesmo, como a tentativa de rever-se, ou não, desde a tela enorme; e, agora, da sensação que até hoje me povoa, diria que já ali, sem nenhuma experiência que não fosse sentir as imagens enredadas na proposta de roteiro, eu me senti na pele dramatúrgica da protagonista, é dizer eu gostei de assisti-lo. Na tentativa de racionalizar aqui tal sentimento fui buscá-lo para assisti-lo novamente mas, ainda não o logrei. Depois disso, muito recentemente, coisa de no máximo um ano, ou no segundo semestre de 2024, me chegou sob uma tarefa acadêmica de assistir e de comentar o filme, - COPACABANA MON AMOUR num Curso de Cinema, na prerrogativa da obtenção da “nota”. De novo, sem buscar qualquer comentário, do gosto e/ou da crítica a tal filme, eu o comente...
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