"Antígona" na sala de aula: uma "CDF" libertária?

 Prologo

Uma vez envolvida numa competição escolar desde a escritura de um texto imaginativo ficcional sobre uma personagem mítica, a autora se viu num beco sem saída. Isto porque ela nunca que sequer havia se interessado pelo tema; um pouco, sabia sobre a saga de Édipo, assim, muito mais pelo quanto e tanto se a utilizam em encenações nos espaços artísticos culturais do que mesmo por uma dada curiosidade sobre tal personagem mítico. E a saga da vez estava para o trato com a trajetória mítica da personagem Antígona. Recorreu ao Wikipédia acreditando ser suficiente para suprir sua ignorância sobre o tema, num tempo máximo de três horas, conforme as regras para a competição; qual nada, ficou o lido, ali, pela sua ignorância sobre tal. Partiu para o  Google, uma pesquisa rápida e lhe chegou um texto, como uma dádiva, indicando que o sentido, o significado do mito Antígona é a liberdade. E de pronto lhe surgiu a ideia de argumentar a "Antígona" inquieta com um dado sistema escolar...


Argumentando a partir da seguinte questão: 


“Antígona” na sala de aula: uma “CDF” libertária?

 

Ela, a “CDF” resistiu décadas para se postular como estudante do curso de ciências sociais numa universidade governamental aonde o seu irmão mais velho atua como O REITOR, o qual politicamente está articulado politicamente com os principais dirigentes do governo do país: alguns ministros e até mesmo o Presidente da República.  A “CDF” , e admitida, via seleção publica, (e ali, logo ganhou tal apelido pela sua história de estudos como autodidata) não se intimidou com a articulação política do seu irmão REITOR, uma vez que já sabia em si do intuído de enfrenta-lo politicamente, somente não sabia como. Uma vez que decidiu fazer a graduação da sua vocação e do seu desejo decidiu não mais sabotar a sua forma de pensar e agir até então dispare com a do seu irmão REITOR.  Ela contava ideologicamente com outros seus dois irmãos.  Um que estava como docente na mesma universidade e havia tentado assumir a Reitoria da Universidade, mas foi sabotado pela ganancia do irmão o atual REITOR.  A irmã estava como estudante do curso de Cinema e Audiovisual.  CDF não compactuava com as diretrizes acadêmicas e administrativas assumidas pelo REITOR,  e sabia o quão difícil seria confronta-lo e desmonta-lo politicamente. Logo traçou uma tática lenta mas vigorosa. Fez uma pauta de reivindicações para concorrer às eleições do Centro Acadêmico com vista a angariar adeptos e galgar outros postos políticos no movimento estudantil.  Na pauta constava: 1. A “pichação ” das paredes do Campus como direito de exposição dos Estudantes e de professoras; 2. O fornecimento de bebida alcoólica, no caso de cerveja, na cantina do campus; 3. A revisão da obrigatoriedade da presença de estudantes em sala de aula como condição para o cumprimento das atividades letivas. E do uso repressivo e abusivo das ausências (e não “ faltas”, uma vez que o oposto de “presente” é ausente, e não "falta") . Entre outras reivindicações em relação a “sala de aula” .

Já no início da sua jornada propagandeando no boca a boca as suas propostas, seu irmão REITOR enviou um recado pela sua irmã estudante de cinema, ao comentar que: sua irmã CDF nem bem ingressou nesta universidade anda querendo desobedecer os professores, sem reconhecer que ela precisa é  ficar quieta para concluir o curso que ela escolheu e respeitar as hierarquias. Ao saber de tais heresias CDF ganha a eleição e inicia um movimento contundente contra o modelos de organização da Universidade e ganhando adeptos a sua jornada, irritando ainda mais o REITOR.

Como se comportará o Reitor com a militância da sua irmã CDF!?


(Este como uma primeira versão da proposta)....


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