A militância jornalística de Breno Altman no combate ao massacre de palestinos em Gaza, para o contexto da doutrina sionista praticada em Israel

 

A militância jornalística de Breno Altman no combate ao massacre de palestinos em Gaza, para o contexto da doutrina sionista praticada em Israel


No dia 15 de abril esteve presente em Salvador o jornalista Breno Altman, para o lançamento do seu livro (reportagem): Contra o sionismo. Retrato de uma doutrina colonial e racista publicado no inicio do mês de novembro de 2023, divergindo radicalmente da máxima jornalística de mídias hegemônicas no Brasil, tipo TV Globo, Jornais - A Folha de São Paulo e Estadão entre outras poucas, que insistem em vitimizar o atual governo sionista israelense justificando daí, por suposto, a defesa bélica impiedosa matando civis palestinos na faixa de Gaza, como resposta ao ataque do grupo político Hamas contra israelenses em 7 de outubro de 2023.


Ademais do tema desconfortável, a presença do jornalista não deixou de demarcar um encontro animado de lideranças políticas de esquerda a favor de uma “Palestina Livre”, alimentando, no paralelo, com suas entrevistas em rádios locais, e live: Contra o sionismo: Entrevista com Breno Altman - Debate Petroleiro, o coro daqueles que tem se indignado com a iniciativa “defensiva” de caráter violento e antidemocrático do governo israelense que expressa ao final e ao cabo uma dada ganância de judeus sionistas por se apropriarem, em efetivo, de terras ocupadas pelos povos Palestinos a exemplo da população que vive atualmente na Faixa de Gaza fronteira com Israel.


Passado seis meses do ataque bélico israelense, a situação política de imagem vitimada do governo de Israel está se contorcendo e se deformando dramaticamente diante da opinião publica, especialmente em países imperialistas a exemplo dos Estados Unidos, Alemanha e a França. Atos de apoio aos palestinos reúnem milhares em várias partes do mundo Não menos, a “TV Globo” pontua o tom na defesa do governo israelense e enfatiza o “terrorismo do Hamas” https://globoplay.globo.com/v/12011802/ sugerindo daí justificar a bruta resposta bélica na Faixa de Gaza contra os palestinos; também o jornal “A Folha de São Paulo” declara que Folha passa a tratar Hamas como organização terrorista , e o Jornal “Estadão” edita que Lula coloca o Brasil como cúmplice do terrorismo Hamas ; e proclama a Vitória do terrorismo. Esses espaços midiáticos dominam o tom da palavra do não dizer a respeito da colonização e da submissão imposta aos povos palestinos pelos governos de Israel e apostam na retórica de Israel como vitima de uma bárbara provocação organizada pelo “GRUPO TERRORISTA HAMAS”.

No Brasil, um dos poucos discursos engajado para distorcer a imagem vitimada de Israel e esclarecer os fatos e as razões dos últimos acontecimentos entre os palestinos na Faixa de Gaza e a atuação política do governo israelense está para o jornalista Breno Altman. Ele pontua e denuncia, em particular, “a doutrina sionista” – uma corrente política hegemônica neste momento entre os povos judeus do mundo e, responsável pelo governo de Israel nas ultimas décadas. Enfatiza que os judeus sionistas não representam os judeus do mundo e pontua a oposição entre os judeus, contrários a corrente sionista: Por que há Judeus contra o sionismo? Yuri HAAS Em um dos capítulos do seu livro: Contra o Sionismo... Ele esclarece: As leis racistas e coloniais fazem do Estado de Israel um dos países mais repressivos do mundo; e abre o leque de conteúdos históricos nos fazendo entender o significado em curso de uma limpeza étnica na Palestina para o cumprimento da ambição gananciosa não religiosa de judeus sionistas, indicando que tal pratica somente pode despertar o ódio pelos judeus (antissemitismo) inspirando em Breno Altman o caminho reverso na palavra de ordem: Palestina livre!


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