Cannabis Medicinal: o Brasil assumirá as etapas tecnológicas no incremento desta inusitada inovação fitoterápica?
O
mundo inteiro englobando países “ricos” e pobres tem se confrontado com o
potencial terapêutico da planta da Cannabis a qual entre nós brasileiros esta
reconhecida como: maconha. Seu uso
medicamentoso cruza a fronteira da “condição ilegal” do seu cultivo, condenado na
versão “psicotrópico-alucinogéna”. Segundo um dos canais jornalísticos na web A
legalização da maconha ainda é uma exceção no mundo Não menos, em
alguns países, o cultivo esta direccionado somente para fins industriais a
exemplo do Paraguai A legalização da
cannabis no Paraguai e China que “ganha dinheiro com a
legalização da maconha em outros países” - Em caminhos dissonantes
o Brasil carece de regulamentação governamental na ANVISA
para garantir todas as etapas tecnológicas na produção dos insumos e dos produtos
fitoterápicos da Cannabis; nosso país se distancia de posições progressistas e
humanas na regulamentação do uso medicamentoso da maconha como acontece em
países vizinhos, a exemplo do Uruguai, e, do Paraguai. É o que afirma - André
Barros apresentador do programa semanal CANNABIS BRASIL do “portal brasileiro
de notícias” 247 locado na plataforma YOUTUBE. Em suas apresentações, Barros enfatiza
a Resolução
RDC nº 660 de 30 de mrço de 2022 da ANVISA que
regulamenta e autoriza tão somente a importação de insumos e produtos da
maconha para consumo no Brasil. Irritado com tal prerrogativa governamental
brasileira, Barros esbraveja: a ANVISA autoriza a importação de mais de 500
produtos da maconha e não reconhece o potencial de técnicos
brasileiros, presentes em espaços universitários e em associações pro Cannabis
Medicinal em todo o país, que desde 2013 operam no plantio e produção
medicamentosa sob judicialização, e até
de maneira clandestina (“criminosa”), para atender demanda crescente,
particularmente de crianças portadora de crises epiléptica que encontrou na
maconha uma esperança terapêutica, como declarou Marilene Esperança no Cannabis Esperança;
Barros sugere que a garantia governamental para uma atuação no Brasil de todas
as etapas – seleção de semente; - cultivo da planta, - fabricação de produtos e
insumos fitoterápicos da maconha é um direito constitucional, e ira contribuir
com a soberania do país fomentando a industrialização do “Ouro Verde”
brasileiro. Mas, vale lembrar como sinaliza o ativista na legalização da
maconha Gerardo Santiago: “O Brasil foi o último país do mundo a abolir a
escravidão” "O
Brasil foi o último pais do mundo... a abolir a escravidão"
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