A Produção do Conhecimento e o estreito caminho do Discurso Cientifico
Assim como do nada, pois nao se trata de rotina acompanhar jornais de canais aberto, assistindo um programa de noticias na televisão e da vez era uma reportagem sobre vacinação, salvo engano, a pessoa entrevistada portava desde o local da entrevista concedida, um cartaz. Um cartaz grande, assinado pela APUB com a frase: "Sem ciência não há consciência". Será que o apelo foi criado no período da COVID (epidemia)? E será que lemos corretamente o escrito na bandeira politica? longe de refutar a reputação do conhecimento cientifico, reivindicamos a relação de que todo conteúdo cientifico é produção do conhecimento e nem todo conhecimento produzido é a partir do fazer cientifico. E para ser verdadeiro e útil não deveria estar subjugado ou validado pela CIÊNCIA. Esta reivindicação, assim posta, sequer é em si primeiramente nossa, descende da antropóloga Manuela Carneiro da Cunha quando argumenta a importância social de todo legado da produção do conhecimento dos povos indígenas, por exemplo, no Brasil. Também a pesquisadora/cientista Tatiana Roque afirma que o conhecimento não precisa da ciência para ser valido (registrado e citado no primeiro texto deste blog) . Diríamos que necessariamente não, e quem ouve rádios, em particular de emissoras do interior da Bahia pode ja ter escutado a publicidade de remédios "fitoterapicos", garrafadas, pomadas, subvertendo aqui e ali a ordem cientifica na validação de medicamentos farmacêuticos institucionalizados.
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