RELÍQUIA MACABRA: um drama alzheimiante…
RELÍQUIA MACABRA: um drama alzheimiante…
A medida que o filme publicado em 1941 o desdobramento da trama familiar exposto em três gerações imagéticas para o feminino no gênero avó, filha e neta vai se desenrolando, prontamente me fez pensar: se trataria de uma experiência auroral com um caso de saúde pautado no que atualmente esta identificado como Alzheimer? Possa que no momento histórico o nome da demência estaria para a razão de estar identificado como de uma pessoa esclerosada. E atualmente denominar uma pessoa de esclerosada assume-se até mesmo para um tom pejorativo como sinónimo de rabugento, de maluco, antes mesmo de uma qualificação de doença. Se se tratava de uma forma de qualificar a demência, sua utilização ate então se assume como já citado – em tom preconceituoso; não somente para qualificar uma pessoa idosa mas a qualquer que se mostre teimoso, rabugento. No livro ainda estamos aqui, seu autor relata os processos enfermiço da personagem principal, no caso sua própria mãe em sua evolução da doença alzheimer e comenta a necessidade dos familiares em lidar com a fase agressiva da protagonista e o mesmo buscando com os médicos orientação de fármacos que pudessem acalmá-la. Lembramos também de um caso familiar recente quando a mãe de uma parente próxima, a qual conviva com uma filha e um filho, apresentou em seu estagio de demência (diagnosticada como alzheimer) cursava com momentos de extrema irritação açaimava a filha sugerindo agredi-la fisicamente; a filha estava, completamente, apavorada acreditando talvez que estivesse correndo perigo de vida... Passado décadas, desde 1941, e parece que o preconceito da demência nestes quadros, se qualifica entre mulheres, seria isso?
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