A Fisiologia de Criaturas Caninas. a Ignorância Humana e a Atenção Veterinária

 Durante dois anos e meio, Ela a pessoa ignorante da fisiologia canina, conviveu com Pipoca, sua cadela, que morreu aos oito anos e meio de idade. Foi sua primeira criatura canina; a segunda, foi Didi um macho, adotado com um ano e meio de vida a menos que Pipoca.

 Pipoca, lhe chegou da rua, lindíssima, com pedigree identificado como "vira lata", ao adota-la era somente carrapatos e pulgas; aos seus dois anos de idade, pariu dez crias do seu parceiro Didi - um príncipe e na pose de celebridade - um dálmata, e com no máximo de um ano de parida Pipoca foi submetida a cirurgia de castração e, o mesmo não aconteceu com Didi que seguiu inteiro. 

Nisto aos seus seis anos de idade, Pipoca iniciou  apresentando crises convulsivas. E daí, as visitas aos médicos, - uma rotina. Um, dois, três, quatro cinco profissionais da área incluindo técnicos de veterinária e a unanimidade na administração do gardenal, o medicamento mágico. Em paralelo Ela a "mãe" a "filha" a "responsável" por Pipoca tentou o óleo de canabidiol - nada!  

 A Responsável... começou a observar que Pipoca estava hostilizando o seu parceiro Didi. E daí passou a estar mais frequentemente com ela a tiracolo, inclusive quando precisava viajar a levava consigo. Nas viagens, Pipoca não apresentava crise convulsiva mas se mostrava como saudosa do seu parceiro. Também, quando a deixava sozinha com Didi, seu parceiro, acontecia, por suposto, crises convulsivas mais frequentes. 


Até que Pipoca morreu. 

Logo em seguida, passado no máximo uns três meses, Didi pela primeira vez, agarrou-se na perna da Responsável, (da Filha) e começou a se masturbar; num movimento tão forte no agarro, que não foi possível á Responsável se desvencilhar-se dele e, - ele ejaculou, numa explosão de líquidos. Se Didi se assustou com sua atitude, a Responsável... ainda mais. Nunca o havia visto tomando aquela atitude nem com Ela, nem com ninguém, até achava que ele não se masturbava.

 

Ela desconhecia completamente que a criatura canina macho se masturbava a ponto de ejacular; pensava que somente a ejaculação acontecia durante o cruzamento com a fêmea; e, mais, desconhecia que a ejaculação assumia o mesmo odor que ela identificava quando acontecia de deixar os dois Pipoca e Didi sozinho em casa. Ela sempre achava que aquele odor era líquidos eliminados por Pipoca em suas crises convulsivas.  


E uma vez viúvo, Didi não perdia oportunidade de masturbar-se na sua responsável, o que a levou a imediatamente castra-lo e daí indagou-se:

Como foi possível que nenhuma pessoa, profissional da atenção veterinária em particular não a tivesse alertado,  para castrá-lo pois Didi seria um importante agente de estresses na medica em que submetia Pipoca à sua masturbação? E profissionais que inclusive visitaram o espaço de residência de ambos, e até alertaram: Pipoca não pode se estressar! 

 






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