A Pesquisadora e as Folhas...




Agora se pode afirmar que: um único  curso que em sã consciência a Pesquisadora, autora deste blog, poderia eleger como um princípio de afirmação da sua existência parental (para o destaque da sua relação com seu pai e avó materna biológica) seria o curso de BIOLOGIA; isto dito, para o efetivo da sua primeira inserção universitária. Não menos, colegas próximos na época de seu vestibular de acesso para a universidade, afirmavam que : - o seu curso é jornalismo, qualquer outro a fará se arrepender.  E aqui ela reconhece seu prazer e dedicação por estar cumprindo tal afirmativa, é dizer; realizando seu curso de jornalismo na Faculdade Anhanguera a partir de 2023. Claro, ela somente se deu conta disso, para efeito de tomar uma decisão, quatro décadas depois de uma trajetória, e justifica se se pode assim afirmar como de "auto sabotagem", no que se sentia parecer incapaz de dispor de maturidade emocional para decidir sobre si mesmo ou de esclarecer sobre si mesmo do sentido do seu poder de decidir da sua vontade. Uma vontade afirmada na possibilidade de sua formação em jornalismo fazer presente o seu viés artístico. A arte, o fazer artístico como uma possibilidade  de retomar a si mesma e quem sabe prosperar para além: da página em branco.  



                                        As Folhas Verdes                       



Nisso, vamos voltar um pouco do quando a então Pesquisadora decidiu migrar para a capital no objetivo pragmático de cumprir seu primeiro curso universitário, para daí contar, relatar uma passagem de sua saga metropolitana. Pois bem, passado mais de duas décadas, senão três décadas, após haver migrado da sua cidade de nascimento, uma cidade no interior e sem praia, para a capital do estado, - ela, a Pesquisadora, fotografando um espaço citadino dentre os que ela mais aprecia - as feiras livres, produziu a foto de uma pessoa separando os molhos de folhas para comercializa-lo. De inicio, ela sequer as identificou, e nem lhe chegou de pronto no espaço da feira, o cheiro que as folhas exalavam; nada de imediato, a fez dimensionar o sentido daquela foto.  Passou um tempo a admirando, coloco-a num quadro e dependurou-o numa das parede de sua residência,  até que de repente levou um susto: - Peraí, essas folhas são da planta  Guiné...


Durante toda sua presença em sua casa materna, e até antes dela migrar para a capital, no lado esquerdo da porta principal de acesso, havia ali um canteiro quadrado (medido todos os lados como no máximo cinquenta centímetros) - um Pé da planta Guiné, e curiosamente sempre e tanto estava florido e vistoso. Logo após sua migração para a capital, sua mãe biológica se filiou radicalmente a Igreja Universal do Reino de Deus e o canteiro da referida planta foi cimentado. 


30.07.2025

Não se trata em si de renegar, de amargar a trajetória acadêmica -  inicial que a elegeu, como se fosse uma imposição do destino e quem sabe desfrutar então da "limonada sem açúcar". Custou. 



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