Curadoria Cineástica: um conceito
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Curadoria Cineástica para uma leitura engajada ...
A atividade de Curadoria parece se destacar na corrida de profissões da atualidade. Isso, se não é que já exista um curso acadêmico e ou técnico superior para a apropriação deste fazer. Por certo, ele se situa publicamente na produção artística em exposição de obras de artes, artes plásticas; sempre tem aparecido ali em destaque o nome da pessoa responsável pela curadoria. As vezes até mais destacado, mais chamativo, do que o nome de autoria da criação da arte. Pois bem, recentemente e no que estou na condição neófita de apreensão da linguagem cinematográfica me chegou o dito de uma “Curadoria fílmica”. Sem apura para além de mim mesma, imediatamente me reportei ao sentido na relação com a prática do cineclubismo, seria isso? Pelo sim pelo não este seria um caminho para compreender a função da atividade de curadoria neste espaço; uma atividade que permita a leitura fílmica engajada. Engajada com o quê? Por primeiro com a condição de expectação. Do gostar dessa ou daquela produção fílmica; um gosto que remete a uma empatia, desde um verse na dramaturgia enredada na trama imagética. Dito isto, tem a relação do tempo/espaço do contato com o filme. O contato ainda que seja uma sala de aula das mais ordinária na disposição bancária de uma sala de aula, mas efetivamente o filme sendo visto num espaço coletivo: numa bolha. Se esta bolha é o espaço do tradicional cinema, com luz e som apropriados a experiência imagética, por certo, opera com presteza. E logo, uma relação pedagógica para uma aprofundamento deste ou daquele assunto. Assunto que se deseja contestar ou mesmo afirmar. Nisso, vou buscar praticá-lo sob o conceito de Curadoria Cineástica, - pois não está somente para o filme, mas para o contexto tanto do espaço do cinema quanto da relação de pertença ao enredo fílmico.
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