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Mirada Devassa: a viagem ao BENIN

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  Mirada Devassa  é o nome do pequeno acervo de fotografias, produzido desde a viagem ao continente Africano em 1998. O Benin, país neste continente, eu o habitei pelo período de um mês. E digo habitei pois a intenção não era a de turistar por turistar , do tipo consumir lugares: cartões-postais. Dito  agora , o movimento estava no esforço de buscar sentido  e  significado  na condição viajante mestiça do tipo sarará. Nisto vale esclarecer, aqui, o desdobramento do título  escolhido para a mostra fotográfica -  Mirada Devassa ;  eu quando inicio meus rabiscos, de qualquer ordem, em particular aqueles que publico neste blog, costumo indicar (escolher) primeiro o título, para depois escrever o que seja. O título, o nome pula, vem na intuição, sem planejamento pragmático; repito, o nome chega primeiro na frente e dai afirmo o conteúdo e a forma, pelo menos: tento… Para nominar este acervo fotográfico na ambição...

1979 De Itabuna para Salvador - Bahia

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  O feito da pessoa migrar, particularmente de uma cidade pequena do interior deste ou daquele  estado, neste caso no território brasileiro, está sempre demarcando emoções para sentimentos diversos e aspirações que se colocam fora de lugar para o novo do lugar migrado...

A Pessoa, Herdeira da Liderança "Carlista" na Bahia! ....Existe?

Este vídeo está postado no You Tube na minha página A Valencia da Rua    A VALENCIA DA RUA - You Tube  , ali, o sinal gráfico de três ponto foi trocado aqui por uma exclamação: A Pessoa Herdeira da Liderança "Carlista na Bahia!, - indicando daí o movimento do pensar e quem sabe de um dia apura-lo para sugerir sobre a possibilidade, de sua dada existência. Ou quem sabe pessoas outras se aventurem na escritura desse contexto. Não menos o  principal acontecimento que desencadeou o efetivo de tal exclamação em mim, se sucedeu quando visitei pela primeira vez o Campus da Universidade Estadual do Sudoeste Bahiano UESB, na cidade de Vitória da Conquista neste segundo semestre 2025 na situação de estudante do curso de jornalismo. Estar ali participando de uma Jornada de Curta Metragem - "Filmes de Mochila" me transportou para o sentimento da minha travessia laboral como servidora na condição docente  em dois Campus da Universidade do Estado da Bahia - a UNEB; na c...

Jornalismo Etnográfico: AGORA E AQUI do acontecimento citadino

A experiência com a realização de uma tarefa escolar no componente curricular (disciplina) "TELEJORNALISMO", para cumpri-la no meu curso de Jornalismo na Faculdade Anhanguera, me faz indagar o que seja da etnografia para a pratica jornalística e mesmo questionar-me se a minha pratica de apuração na construção de tal tarefa jornalística caminharia neste sentido; isto dito, - no particular muito tímido do afirmar: a etnógrafa como autora – parodiando a máxima geertiana – o antropólogo como autor... Eu me me senti buscando praticá-la, tanto que a tarefa escolar restrita a uma passagem na atuação jornalística televisiva de no máximo 60’’ (sessenta segundos) a partir do evento de Mostra de Filmes de Mochila, realizado por estudantes da UESB (Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia) – Campus na cidade de Vitória da Conquista, está sendo desdobrada em outras duas etapas, para uma descrição nesta página do blog e também na pagina do YouTube 1 . O esforço é seguir retomando AGORA...

Quêdi as Ruas! Lotes, lotes...

 

Curadoria Cineástica: um conceito

. Curadoria Cineástica para uma leitura engajada ... A atividade de Curadoria parece se destacar na corrida de profissões da atualidade. Isso, se não é que já exista um curso acadêmico e ou técnico superior para a apropriação deste fazer. Por certo, ele se situa publicamente na produção artística em exposição de obras de artes, artes plásticas; sempre tem aparecido ali em destaque o nome da pessoa responsável pela curadoria. As vezes até mais destacado, mais chamativo, do que o nome d e autoria d a criação da arte. Pois bem, recentemente e no que estou na condição neófita de apreensão d a linguagem cinematográfica me chegou o dito de uma “Curadoria fílmica”. Sem apura para além de mim mesma, i mediatamente me reportei ao sentido na relação com a prática do cineclubismo , seria isso? Pelo sim pelo não este seria um caminho para compreender a função da atividade de curadoria neste espaço; uma atividade que permita a leitura fílmica engajada. Engajada com o quê? Por primeiro com ...

A Mulher de Luz Própria e o Homem com H

  ÂNGELA CARNE E OSSO – o filme, eu o assisti no cinema lá pelos anos de 1980, salvo equívoco, logo nos primeiros anos desta década. Isto de enfatizar dizer: - no cinema, positiviza o ato do buscar o entretenimento fílmico como leitura de si mesmo, como a tentativa de rever-se, ou não, desde a tela enorme; e, agora, da sensação que até hoje me povoa, diria que já ali, sem nenhuma experiência que não fosse sentir as imagens enredadas na proposta de roteiro, eu me senti na pele dramatúrgica da protagonista, é dizer eu gostei de assisti-lo. Na tentativa de racionalizar aqui tal sentimento fui buscá-lo para assisti-lo novamente mas, ainda não o logrei. Depois disso, muito recentemente, coisa de no máximo um ano, ou no segundo semestre de 2024, me chegou sob uma tarefa acadêmica de assistir e de comentar o filme, - COPACABANA MON AMOUR num Curso de Cinema, na prerrogativa da obtenção da “nota”. De novo, sem buscar qualquer comentário, do gosto e/ou da crítica a tal filme, eu o comente...