Postagens

O CANABIDIOL METAMORFOSEANDO CONCEITOS MÉDICOS FARMACÊUTICOS NAS RELACOES HUMANAS...

Como iniciar a abordagem desta saga, sim, - uma saga, da disponibilidade do óleo da cannabis para consumo humano e de outros animais, no caso os domésticos - cães e gatos... se e somente se, se trata de um principio ativo que até aonde se sabe (sem apuração para esse inicio de prosa): não dá larica, nem tampouco deixa os olhos vermelhos; e, muito menos dá onda ou confere efeito telúrico , então o porque de tanto mistério?, de tanta proibição?, de tanta clandestinidade? Em particular, no território brasileiro. Como está acontecendo a disponibilidade do seu uso em países das três Américas?  Vamos devagarinho. Do território brasileiro o recorte estaria, por suposto, para seus estudos científicos . Necessário se faz uma chamada: biólogos,  farmacêuticos, médicos, enfermeiras, nutricionistas; teria mais? vinculados as ciências naturais. Mas a área da produção do conhecimento em humanidades a filosofia por exemplo, não poderia igual con...

Uma espiada na resenha esportiva midiática nos canais UOL Esportes e BandSports da Copa Catar 2022 no quesito Seleção Brasileira

Acompanhando a resenha da copa 2022, particularmente nestes dois canais televisivos ,duas situações argumentativas me levaram a questionar: será que o jornalismo acadêmico irá desbancar os comentaristas raízes a exemplo do ex jogador Casa Grande dos espaços televisivos de resenha, neste caso, das copas mundiais, e possivelmente nas resenhas esportivas em geral!? Esta questão chamou minha atenção quando, num episódio da resenha no UOL Esportes sucedeu uma tensão discursiva provocada por um jornalista acadêmico quando o mesmo utilizou os conceitos de “racional” e de “honesto” para defender sua opinião contrária aos demais “comentaristas”, causando um desconforto no tom da discussão. O tom do jornalista acadêmico foi sugestivo de uma postura intelectual científica positivista, por suposto no apelo da sua condição de autoridade pautada pela objetividade e pela neutralidade. Numa outra situação, no espaço televisivo do Canal BandSports outro jornalista acadêmico iniciou sua resenha afirm...

A NETA E O CALENDÁRIO DA BRASILIA

  A NETA E O CALENDÁRIO DA BRASÍLIA Há pessoas que adoram calendários, e não digo daquelas que trabalham em escritórios administrativos ou mesmos daquelas que atuam em oficinas. Seria possível imaginar uma oficina de carros sem um calendário enorme dependurado na parede!? Um calendário de mulher pelada pode ser o da vez nestos espaços, ou, ainda seriam?. Esta imagem de calendários de mulheres peladas já nem sabemos se continuam presentes nesses espaços e à vista de toda clientela, que supostamente nos dias atuais não é majoritariamente de homens, mas também talvez e principalmente de clientes mulheres. Mas, sobre o gosto por calendários vamos  mesmo dizer daquelas pessoas que adoram colocar calendários em seus espaços domésticos, ou espaços privados, preferencialmente na cozinha da casa. Cota de Abreu é um exemplo que demarca esse gosto costumeiro presente em gente velha. E classificar agora de “gente velha” as pessoas que não dispensam seguir o dia a dia da semana, do mês de...

"O Leitor" numa saga d'O amor nos tempos do cólera

  O Leitor numa saga d'O Amor nos Tempos do Cólera Ao parodiar um dos escritores mais importante do século 20, o colombiano Gabriel Garcia Marques em seu romance O amor nos tempos do cólera (titulo em português) , para escrever este artigo de opinião a partir da leitura do filme O Leitor, a intenção da autora não é desdobrar literalmente uma comparação das versões entre os personagens das distintas tramas amorosas. Sugere -se no entanto, que no caso d' O Leitor se pode imaginar um triângulo amoroso onde a terceira personagem, seja – o ato de ler, desde uma máxima freireana: A leitura de mundo precede a leitura da palavra escrita. Isto sugerido uma vez que O Leitor , um adolescente donzelo (“um menino”) deixa-se seduzir por uma linda mulher, feita, para viverem uma paixão erótica no tempo/espaço de um verão. Ele, o “menino”, um leitor contumaz acontece de iniciar a ler livros (palavra escrita) para ela, a mulher feita, - objeto da sua paixão juvenil, ...

A ESTETICA DA FOME NO PARALELO DO DESAJUSTE SOCIAL

Em 30.11.2022 Josue de Castro escreveu vário livros. dentre os quais eu arriscaria afirmar que o mais famoso, equivalendo dizer o mais seguindo entre academicos e jornalistas, em particular seja o intitulado: GEOGRAFIA DA FOME em 1960. Também escreveu em anos anteriores, 1952 o GEOPOLITICA DA FOME.  Mas o seu livro principal foi escrito na década de 1930, intitulado: ALIMENTAÇÃO BRASILEIRA À LUZ DA GEOGRAFIA HUMANA. Digo principal pelo fato de que em tal momento de transição economica no Brasil ele afirma ter descoberto A FOME. A FOME BRASILEIRA. E com ele outros intelectuais brasileiros debatiam as origens do "atraso do pais". Não me lembro se durante toda a decada de 1980 na Escola de Nutrição da Universidade Federal da Bahia haviam exemplares das obras castreana, e muito menos o classico GEOGRAFIA DA FOME; em 2008, conforme citado anteriormente, essa obra foi homenageada pelo Jornal a Tarde no seu Caderno Cultural, rendendo homenagem aos premios e traduções obtidas, destac...

POR UMA PEDAGOGIA MIDIATICA DE ESQUERDA QUE FAVOREÇA O ATO POLITICO DO ESTUDAR E DO APRENDER EM ESPAÇOS ESCOLAS MUNICIPAIS

Em novembro de 2021 quando decidi concorrer a uma vaga num curso de jornalismo em Universidades governamentais na Bahia, este movimento por certo afirmou meu desejo pelo engajamento para uma convivencia na area da comunicação. E me sentindo desde ali participe iniciatica no uso da palavra dei de panfletar, aqui e ali, os meus programas jornalisticos preferidos no canal do youtube com a frase: "A FOME : UMA PEDAGOGIA ESTOMACAL ESQUERDISTA". Uma vez acompanhado com frequencia o OPERA MUNDI, o 247, o DCM, o PCO, o TVT estava já exausta de ouvir o tanto que se repetia a palavra FOME. Uma máxima repetida para qualificar, por suposto, as perversas desigualdades sociais vividas pelo Outro: o pobre, o trabalhador, o mendigo (paradoxalmente nunca se usa, então, a palavra FAMINTO). E nisto de me encontrar arredia com tal recurso linguistico de carater político, foi que aconteceu tal panfletagem. Possa que nenhum destes canais tenha dado conta, ou mesmo se aconteceu de lerem imaginar de...

A FOME: UMA PEDAGOGIA ESTOMACAL MIDIATICA DE ESQUERDA NO BRASIL

INTRODUÇÃO  O tema d'A FOME desde quando o tomei para estudo, no que o tenteo abandoná-lo ele sinaliza para mim:  Ainda não concluiu a tarefa; e agora, retoma-o tentando traça-lo numa escrita arredia a mãxima: A FOME TEM PRESSA, e outras frases,   sempre me fez sentir como nadando contra a correnteza. Isto dito de alguém que sequer sabe, literalmente, nadar em águas profundas. Mais do que o  exaustivo esforço de elucidar a minha inusitada discordância acadêmica com seu uso, uso politico, A FOME isso!, A FOME aquilo!, havia e talvez ainda haja um sentimento de medo, mesmo de impotencia intelectual,  como se me faltasse o folego para elucida-la. Como se igual fosse que tivesse de enfrentar a fúria fanática de religiosos quando professam uma dada fé cristã, em particular entre nós, vinculada ao protestantismo pentencostal. E, argumenta-lá em seu uso discursivo politico seria uma acao profana, ou quem sabe seria como se estivesse para macular a memoria do seu C...