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Cartografias da Indiferença: possivel numa linguagem artisitca!?

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    Ao promover as postagens neste blog sob o pretexto de contestar na questão: Jornalismo - um Porto Seguro?, a autora havia iniciado seu curso de jornalismo junto a uma universidade governamental na cidade de Porto Seguro, daí o trocadilho da questão chave. A Universidade escolhida via seleção desde o ENEM, abrigava a máxima quadrimestral, que por sorte lhe proporcionaria tolerar o caráter presencial do referido curso, de tempo quadrimestral. O ano letivo estaria dividido em três tempos em vez de dois.  Uma vez decidida a retomar sua segunda graduação presencial, com uma distancia temporal entre elas de umas quatro décadas, foi logo questionada por seus pares: "Você vai tolerar a sala de aula? Quem já até cursou pós graduação não se adapta a um curso presencial! Ela ponderava, e afirmava sua necessidade de conclui-lo para retomar os rumos da sua identidade intelectual e profissional e mesmo ARTISTICA. E, cá pra nós, desde o cursar da sua primeira graduação, a qual ela a...

A "Valença" da Rua

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  Caminhada Geografica em Bairro de Barcelona.  Cora Oliveira  A "Valença da Rua" figurar-se pelo menos como publicidade de uma futura apropriação no Youtube . Nesta pagina, iniciada no primeiro semestre de 2023 e surgida a partir de uma tentativa vã do como produzir um link para exportar um video, isto no cumprimento de uma atividade escolar ( não se sabia que desde o "salvar" o vídeo no drive  se poderia obter um link para exporta-lo via correio eletronico ou outra forma de envio) foi usado pára tanto o youtube . Mas, o uso da expressão a Valença da Rua, foi aplicado como uma atividade de extensão, proposta a estudantes do curso de Pedagogia da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) localizada no Campus XV na cidade de Valença. Não menos se tratava de um trocadilho desde o uso do verbo: VALER. Indagando daí: o que vale a Rua, para quem, quando como... E proposto a partir de ensaio fotográfico. Tal indagação a princípio surge na razão de que s e a Rua em si, sempr...

"Antígona" na sala de aula: uma "CDF" libertária?

 Prologo Uma vez envolvida numa competição escolar desde a escritura de um texto imaginativo ficcional sobre uma personagem mítica, a autora se viu num beco sem saída. Isto porque ela nunca que sequer havia se interessado pelo tema; um pouco, sabia sobre a saga de Édipo, assim, muito mais pelo quanto e tanto se a utilizam em encenações nos espaços artísticos culturais do que mesmo por uma dada curiosidade sobre tal personagem mítico. E a saga da vez estava para o trato com a trajetória mítica da personagem Antígona. Recorreu ao Wikipédia acreditando ser suficiente para suprir sua ignorância sobre o tema, num tempo máximo de três horas, conforme as regras para a competição; qual nada, ficou o lido, ali, pela sua ignorância sobre tal. Partiu para o   Google, uma pesquisa rápida e lhe chegou um texto, como uma dádiva, indicando que o sentido, o significado do mito Antígona é a liberdade. E de pronto lhe surgiu a ideia de argumentar a "Antígona" inquieta com um dado sis...

Os devaneios: na luxúria, na esbórnia em Copabacana mon Amour... uma materialização de “a peste” artoudiana?

    Os devaneios: na luxúria, na esbórnia em Copabacana mon Amour ... uma materialização de “a peste” artoudiana?   Será que a construção dramatúrgica do filme Copacabana mon Amour [1] dialoga com a demanda instigante do escritor Antonin Artoud [2] quando ele compara a ação teatral pulsante com “a peste”? Se sim ou se não, e se se pode compará-la ou vê-la sob tal ótica, possa que no contexto do referido filme, “a peste” artoudiana enquanto uma manifestação orgânica-espiritual está tão letal, tão mortal que a exposição de um único caso um único exemplar desta “enfermidade” possa ser considerado como uma EPIDEMIA. E para tanto a atuação vertiginal (vertiginosa) da protagonista, pois, se assume como uma voz da (na) multidão no paralelo das experiências de autoritarismo tanto do Regime Militar, enquanto uma ação política para um cumprimento de uma dada ordem, abordagem citadina, quanto daquelas (experiências de autoritarismo) praticadas em regimes domésticos domicil...

Cócegas no Juízo!

 Esta expressão fui usada para qualificar a dramaturgia praticada na ação comediante: CÓCEGAS NO JUÍZO . Há no filme de Fernando Meireles, - Domesticas, o filme, uma cena em que uma das protagonistas comenta que seu pai, ao vê-la sair para o mundo recomenda-lhe ; Juízo, Juízo, Juízo , literalmente assim, repetido por três vezes. E claro, muito de nós já pode haver escutando de familiares maiores, muitas  e muitas vezes esta expressão em particular quando da puberdade no entremeio de iniciar a adolescência.  Por certo ao se escutar tal chamado para a responsabilidade um de nós quando de haver ter sido alertado para praticar o juízo, sempre e tanto o clima se assume como que intuindo: -  não vá se meter em encrenca..., não quero saber de defender você de alguma B.O... E.T; Ainda por concluir a postagem, ficará em aberto a apuração do uso da expressão : cócegas no juízo .

Um pitoresco nome de escola municipal: uma orientação pedagógica!?

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"A mulher de Brotas" : de TICOÃS a Cuíca de Santo Amaro

  Nesta semana numa pagina Face book encontramos um comentário falado sobre uma frase exposta num muro de uma cidade africana; - no muro estava "uma coisa escrita" constando sobre a proibição de ali não estar permitido "urinar", e literalmente se indicava que: quem ali o fizesse - "irá receber um machado, uma faca , um machadaço". Ao escutar tal menção imperativa, de pronto nos recordamos de uma passagem numa composição cantada pelo grupo Ticoãs. A canção, a escutávamos, e ainda a escutamos, e antes, por várias vezes tentávamos desde a escuta contextualizar a expressão: "...samba samba Nita, mulher de Brotas aqui não fica"; se trata da composição  de nome " Raposa e Guará ", pautada no disco produzido em 1973. Nesta canção se repete várias vezes a frase: "samba samba Nita, mulher de Brotas aqui não fica". Pois, indagávamos: porque a " mulher de Brotas ali não podia ficar?, ou entrar!? Pois, ficarmos um tempo tentando deci...