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Jornalismo Etnográfico: AGORA E AQUI do acontecimento citadino

A experiência com a realização de uma tarefa escolar no componente curricular (disciplina) "TELEJORNALISMO", para cumpri-la no meu curso de Jornalismo na Faculdade Anhanguera, me faz indagar o que seja da etnografia para a pratica jornalística e mesmo questionar-me se a minha pratica de apuração na construção de tal tarefa jornalística caminharia neste sentido; isto dito, - no particular muito tímido do afirmar: a etnógrafa como autora – parodiando a máxima geertiana – o antropólogo como autor... Eu me me senti buscando praticá-la, tanto que a tarefa escolar restrita a uma passagem na atuação jornalística televisiva de no máximo 60’’ (sessenta segundos) a partir do evento de Mostra de Filmes de Mochila, realizado por estudantes da UESB (Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia) – Campus na cidade de Vitória da Conquista, está sendo desdobrada em outras duas etapas, para uma descrição nesta página do blog e também na pagina do YouTube 1 . O esforço é seguir retomando AGORA...

Quêdi as Ruas! Lotes, lotes...

 

Curadoria Cineástica: um conceito

. Curadoria Cineástica para uma leitura engajada ... A atividade de Curadoria parece se destacar na corrida de profissões da atualidade. Isso, se não é que já exista um curso acadêmico e ou técnico superior para a apropriação deste fazer. Por certo, ele se situa publicamente na produção artística em exposição de obras de artes, artes plásticas; sempre tem aparecido ali em destaque o nome da pessoa responsável pela curadoria. As vezes até mais destacado, mais chamativo, do que o nome d e autoria d a criação da arte. Pois bem, recentemente e no que estou na condição neófita de apreensão d a linguagem cinematográfica me chegou o dito de uma “Curadoria fílmica”. Sem apura para além de mim mesma, i mediatamente me reportei ao sentido na relação com a prática do cineclubismo , seria isso? Pelo sim pelo não este seria um caminho para compreender a função da atividade de curadoria neste espaço; uma atividade que permita a leitura fílmica engajada. Engajada com o quê? Por primeiro com ...

A Mulher de Luz Própria e o Homem com H

  ÂNGELA CARNE E OSSO – o filme, eu o assisti no cinema lá pelos anos de 1980, salvo equívoco, logo nos primeiros anos desta década. Isto de enfatizar dizer: - no cinema, positiviza o ato do buscar o entretenimento fílmico como leitura de si mesmo, como a tentativa de rever-se, ou não, desde a tela enorme; e, agora, da sensação que até hoje me povoa, diria que já ali, sem nenhuma experiência que não fosse sentir as imagens enredadas na proposta de roteiro, eu me senti na pele dramatúrgica da protagonista, é dizer eu gostei de assisti-lo. Na tentativa de racionalizar aqui tal sentimento fui buscá-lo para assisti-lo novamente mas, ainda não o logrei. Depois disso, muito recentemente, coisa de no máximo um ano, ou no segundo semestre de 2024, me chegou sob uma tarefa acadêmica de assistir e de comentar o filme, - COPACABANA MON AMOUR num Curso de Cinema, na prerrogativa da obtenção da “nota”. De novo, sem buscar qualquer comentário, do gosto e/ou da crítica a tal filme, eu o comente...

REPROVADA....

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  Havia lá um sentido de razão:  Que vamos fazer, assim é a vida! A Cosmética Mercadológica para o Rosto de Mulheres, de Conceito Minimalista Versão Revista, Atualizada e Ampliada.... 2026 1. Introdução Os cuidados com a pele do rosto da mulher, incluindo, aí, até a regi ão do pescoço, na máxima de alcançar uma pele lisa, livre de manchas, de rugas precoces, e mesmo, o adiamento das rugas inevitáveis remota aos tempos da rainha Cleópatra, a.C.; ela costumava tomar banho de leite com mel para manter a pele sempre radiante . Nos transportando para contemporaneidade o “cuidado” com a pele do rosto de mulheres, em particular, sempre e tanto ganha o prestígio empresarial entre nós ocidentais. A máxima por alcançar uma pele lisa, livre de rugas precoces e, mesmo, de rugas inevitáveis de conforme o envelhecimento humano, movem padrões industriais, com produtos, de grandes empreendimentos, com preços de alto valor e competitivos ou não, dignas de um ma...

A Pesquisadora e as Folhas...

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A Fisiologia de Criaturas Caninas. a Ignorância Humana e a Atenção Veterinária

 Durante dois anos e meio, Ela a pessoa ignorante da fisiologia canina, conviveu com Pipoca, sua cadela, que morreu aos oito anos e meio de idade. Foi sua primeira criatura canina; a segunda, foi Didi um macho, adotado com um ano e meio de vida a menos que Pipoca.   Pipoca, lhe chegou da rua, lindíssima, com pedigree  identificado como "vira lata", ao adota-la era somente carrapatos e pulgas; aos seus dois anos de idade, pariu dez crias do seu parceiro Didi - um príncipe e na pose de celebridade - um dálmata, e com no máximo de um ano de parida Pipoca foi submetida a cirurgia de castração e, o mesmo não aconteceu com Didi que seguiu inteiro.  Nisto aos seus seis anos de idade, Pipoca iniciou  apresentando crises convulsivas. E daí, as visitas aos médicos, - uma rotina. Um, dois, três, quatro cinco profissionais da área incluindo técnicos de veterinária e a unanimidade na administração do gardenal, o medicamento mágico. Em paralelo Ela a "mãe" a "filha" a ...